sábado, 11 de setembro de 2010

Mídia, o quarto poder

Legislativo, Executivo, Judiciário e Mídia. Muitos livros, filmes, abordam justamente a questão de um 4º poder e o colocam como o mais forte dos três. Sendo capaz de até mesmo influenciar decisivamente uma eleição. Será que esse poder veio para quebrar a democracia e ela mesma escolher quem deve ou não governar o país? Quem dita as regras?

“A mídia não tem influência na decisão das eleições porque estamos falando de milhões e não de mil pessoas”, afirma o jornalista Joaquim Alessi. Segundo o relatório de março do Instituto verificador de circulação, IVC, o Jornal que tem a maior circulação de exemplares em SP é a Folha, com 292 mil e 626. Se juntarmos as maiores tiragens do Estado ficamos com 522 mil e 627 exemplares. Sendo que São Paulo tem aproximadamente 18 milhões de habitantes, ou seja, os jornais impressos só atingem 3% da população.

Como dizer que a mídia elege um candidato? O jornal impresso não é o único meio de comunicação, mas se somarmos todos os meios será que conseguiremos o 100%? Dizer e pensar que a mídia é a influência para que o candidato ganhe ou não é impensável.

“A mídia tem o poder de destruir um adversário e não de eleger alguém”, afirma o jornalista Joaquim Alessi. Quem escolhe e vota é a população. O jornalista ainda comenta que essa ideia de que a mídia influencia as pessoas vem da imagem da eleição do Collor com a Rede Globo. “Dificilmente alguém muda a opinião com um debate, o Collor ganhava de qualquer modo.”

Quando a mídia denuncia casos corruptos ela está alertando a população e não influenciando, porque você pode ouvir a matéria não ligar e votar no candidato. É uma questão de escolha. O trabalho dela é relatar o que acontece, mas quem vota é você. Assim como ela pode criticar as propostas políticas, o atual governante, mas ela não te obriga a votar em determinado candidato.

O filme Advogado do Diabo dirigido por Taylor Hackford mostra justamente essa questão de buscarmos culpados no sistema, na crise, no governo, na impunidade, na violência, para escondermos que as escolhas sempre foram nossas. Um trecho do filme que evidencia bem esse aspecto é quando o Diabo explica para o Kevin o porquê de tê-lo ‘escolhido’. “Não faço as coisas acontecer. É como as asas da borboleta, se você as toca, não saem do chão. Só preparo o palco, você manipula as cordas.”No nosso caso jogamos a culpa na mídia por nos influenciar a votarmos em determinados candidatos para suprirmos nossos erros. Portanto não importa quem dita as regras, mas sim quem tem o poder de escolha

terça-feira, 7 de setembro de 2010

terça-feira, 22 de junho de 2010

Cultura a 'La vista'

“Pede pra sair”, frase dita no filme Tropa de Elite virou uma mania entre os brasileiros. O sucesso foi tanto que a frase foi utilizada em programas de humor. Quem não se lembra ainda da célebre fala do Arnold Schwarzenegger no filme Exterminador do futuro 2: Hasta La vista baby.

As palavras ditas nos filmes passaram a se tornar parte do vocabulário da sociedade. A influência cultural já começa por esse acréscimo momentâneo de frases que pode ser até permanente na língua.

Não podemos nos enganar e pensar que as pessoas são facilmente influenciadas. Mas é inegável que tanto o cinema, como a música, novelas alteram pequenos detalhes no comportamento humano.

A estudante Bianca Valim, 14, admite que utiliza algumas coisas que viu na TV ou no cinema em seu dia a dia. “Copio, mas não por causa da moda, mas porque gostei do estilo. Porque copiar tem que ser algo ruim?” O questionamento dela tem tudo a ver. Porque não podemos agregar o que vimos no teatro, cinema, TV em nosso cotidiano? O que é bom deve ser copiado e melhorado, por isso existe uma palavra chamada inovação. Inovar é pegar algo que existe e transformá-lo em algo útil, melhor e aplicável no dia a dia.

A busca de uma inclusão na sociedade pode ser um fator para que as pessoas sigam as tendências que estão em alta, seria a chamada ‘modinha’. “A cultura influencia direto nas nossas opiniões. Porque queremos fazer parte de uma sociedade, e para isso precisamos seguir os costumes e ela influencia diretamente neles. Quem não segue esse costume é tratado com indiferença, com isso começa o preconceito pela diferença de cultura”, comenta Marcus Vinícius Multini, 23, estudante de arquitetura.

A tal ‘modinha’ é somente um fator mais claro dessa ação influenciadora, mas a cultura sempre vai afetar o estilo de vida das pessoas independente se é ou não uma tendência. Ela sempre estará presente no cotidiano, porque faz parte do que somos e de onde viemos. A cultura conta uma história e nós somos protagonistas desse conto, portanto temos o poder de escolha em seguir ou não o que se é colocado. "Eu não sei o que quero ser, mas sei o que eu não quero me tornar", frase retirada do filme Olga de Jayme Monjardim.

domingo, 23 de maio de 2010

Obra de arte da natureza





Essa foto foi tirada aqui em SP. Se quiser ver mais fotos do meu trabalho como fotógrafa é somente clicar na imagem. Faço fotos de festas, eventos, books, etc. Quem estiver interessado deixe um recado.

domingo, 25 de abril de 2010

Água contaminada mata mais do que guerras

Guerras, assassinatos, balas perdidas, mortes por acidentes de carros, montam um cenário de violência que assusta e provoca indignação na sociedade. Porém, será que é tão diferente do que fazemos com a água?

Dois bilhões de resíduos líquidos são despejados diariamente nos rios. De acordo com o comunicado da Organização das Nações Unidas (ONU), mais pessoas morrem por causa de água poluída a cada ano do que por todas as outras formas de violência. A brutalidade é tanta que os mais atingidos são crianças menores de cinco anos.

A qualidade do recurso vital para a vida na Terra é ameaçada pelo crescimento populacional e pela expansão das atividades industrial e agrícola. As mudanças climáticas já são sentidas ao longo do globo e ameaçam alterar o ciclo hídrico. Agora o grande desafio é unir empresas privadas e públicas a fim de proteger e melhorar a qualidade de rios, lagos e aqüíferos.

Dentre as empresas privadas a Essencis Soluções Ambientais é líder no mercado ambiental brasileiro com diversas tecnologias para tratar e dar a destinação correta aos resíduos.

Como diz no livro o último vôo do flamingo, do autor Mia Couto “O mundo não é aquele que existe, mas o que acontece”.

Crédito de Carbono promove sustentabilidade

Para entender melhor o que seria o crédito de carbono vamos lidar como se ele fosse uma nova moeda, o CER. Mas para isso precisamos entender como o Protocolo de Kyoto entra nessa história.

Em 1997, os países desenvolvidos e responsáveis por 80% da poluição mundial assinaram um acordo de comprometimento em reduzir a emissão de gases do efeito estufa (GEE) entre os anos de 2002 a 2012. Esse acordo é o tão famoso: Protocolo de Kyoto. Essa diminuição poderia colocar em risco a economia de alguns países desenvolvidos, então para isso criou-se um sistema chamado de Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL).

Com esse sistema, os países desenvolvidos podem investir em projetos que diminuam as emissões em qualquer outro lugar para fazer uma compensação ambiental. Resumindo essas empresas não conseguem cobrir a cota permitida de GEE então elas compram créditos de carbono excedentes com o objetivo de receber um ‘desconto’ sobre a multa, com isso ela cria corporações mais sustentáveis.

Na unidade de Caieiras, por exemplo, venderam-se dois milhões e 820 mil toneladas de créditos de carbono (CER) para uma empresa no exterior. Esses carbonos devem ser entregues até 2012. “Até esse começo de ano conseguimos reduzir a emissão de aproximadamente 72 mil toneladas de metano”, diz Fernando Freitas, coordenador técnico operacional de biogás em Caieiras.

Para cada tonelada de metano que deixou de ser emitido ela ganha 21 CER, isso sem considerar o desconto da linha de base que gira em torno de 20%. Eles podem ser negociados diretamente com as empresas ou por meio da bolsa de valores. Porém, os países só podem usar esses créditos para suprir apenas uma pequena parte das metas.

terça-feira, 20 de abril de 2010

Hoje tem Circo!



Para ler a matéria clicar na imagem. Ela foi publicada no RRJ.